Sozialgerechtes Handeln als Ausdruck einer eschatologischen Vision
by Daniel Ayuch
Social Action as Expression of an Eschatological Vision. The Relationship between Revealed Knowledge and Social Ethics in three Discourses of Luke-Acts (MthA 54), Altenberge, 1998, 230 pages (GERMAN).
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Seen by:"Cosmopolitanizing Cosmopolitanism? Cosmopolitan Claims Making, Interculturalism, and the Bouchard-Taylor Report"
From Will Kymlicka and Kathryn Walker (eds.), <i>Rooted Cosmopolitanism: Canada and the World</i>, 2012, UBC Press. Available at http://www.amazon.ca/Rooted-Cosmopolitanism-Canada-Will-Kymlicka/dp/07
War: an Evangelistic Perspective, and the Audacity of Thinking All can Work Together for Good
A paper presented in fulfillment of the requirements for the course: Perspectives on Social Ethics, Summer 2010
Gary Dorrien, Social Ethics in the Making
Studies in Christian Ethics August 2011 24: 385-389.
REVIEW OF: Gary Dorrien, Social Ethics in the Making: Interpreting an American Tradition (Chichester: Wiley-Blackwell,... more REVIEW OF: Gary Dorrien, Social Ethics in the Making: Interpreting an American Tradition (Chichester: Wiley-Blackwell, 2009) xviii + 728 pp. £85 (hb), ISBN 978-1-4051-8687-2
Gestalterapia: ensaio de superação ética de sua violenta condição de psicoterapia do Eu
BEZERRA, Herlon A. Gestalt Terapia: ensaio de superação ética de sua violenta condição de psicoterapia do Eu. Universidade Federal do Ceará. Departamento de Psicologia. Fortaleza: 2002. (Monografia de Conclusão de Curso).
As transformações culturais contemporâneas vêm promovendo movimentos discursivos cujo significado final parece ser o... more As transformações culturais contemporâneas vêm promovendo movimentos discursivos cujo significado final parece ser o de uma verdadeira reviravolta cultural pós-metafísica. Em tal condição cultural residem, parece certo, questionamentos críticos fundamentais quanto aos tradicionais modelos éticos prescritivos, fundados na estabelecida metafísica ocidental grega. Esse o sentido, por exemplo, de propostas como a da ética da alteridade radical, do filósofo judeu e franco-lituano, Emmanuel Lévinas. Partindo da potente radicalidade crítica levinasiana, Freire (2002) empreendeu um desafiante diálogo com as psicologias do contexto da modernidade tardia. O presente exercício encontra-se inspirado nesse trabalho e ensaia, a partir de uma desleitura inventiva da Gestalterapia, introduzir um parâmetro de leitura no qual possa dar-se a promoção de uma superação ética de leituras nas quais essa abordagem é significada como psicoterapia do Eu, de pretensões ortopédicas e, assim, manifestamente violenta. Este é, pois, um discurso esperançoso, que pretende apontar para as possibilidades contemporâneas de uma psicoterapia ética.

