Tres Falacias sobre la Relación entre Macroeconomía y Pobreza
Publicado en el Libro: "El Desarrollo: Perspectivas y Dimensiones. Aportes Interdiscipinarios". Carlos Zorro Sánchez, Compilador. Cider-Universidad de los Andes, Bogotá, 2007
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El artículo pretende caracterizar el discurso desarrollado desde el marco de las políticas educativas en los 90 en... more
El artículo pretende caracterizar el discurso desarrollado desde el marco de las políticas educativas en los 90 en Uruguay acerca de las relaciones entre educación y pobreza. Para ello, realiza un rastreo de las formas de vinculación entre ambos conceptos presentes en el discurso desarrollado en el
marco de la “reforma educativa” (1995-1999) a través del análisis de una serie de documentos producidos por la gestión educativa en dicho período. Se toma el caso uruguayo como representativo de un desarrollo sobre lo educativo que rasciende largamente las peculiaridades del caso específico, vinculándose con un sentido común educativo de alcance
continental.
A su vez, el artículo también busca trazar algunas líneas que recuperen la idea de posibilidad vinculada a la educación. Para ello, sugiere la restitución de la noción de igualdad al vocabulario pedagógico.
Determinantes de la distribución del ingreso en Uruguay 1991-2005. Un análisis de microsimulaciones
Conjunto con A. Marroig. Revista Quantum, Facultad de Ciencias Económicas y de Administración, UdelaR, Vol. III, Nº2, pp. 46-63, Diciembre, 2008.
Pobreza e Responsabilidade Social na TV
Paper apresentando no Colóquio TV e Realidade
A situação miserável de grandes parcelas da população brasileira é um forte argumento arregimentado pelas empresas que... more
A situação miserável de grandes parcelas da população brasileira é um forte argumento arregimentado pelas empresas que defendem as práticas de responsabilidade social empresarial, funcionando como justificativa para estas ações.
Responsabilidade social empresarial é um conjunto de atividades desenvolvidas por empresas de todos os portes e setores, articulados em direção a uma intervenção no tecido social, para além de sua produção econômica. Embora ações isoladas de filantropia, caridade e marketing existam desde o início do século XX, é nas últimas duas décadas que o movimento ganha força como ferramenta de gestão empresarial e assume posição estratégica nas corporações, sendo que a partir de 2000 a mídia constituí veículos específicos para o tema, antes circunscrito a publicações corporativas
Enquanto esta “nova forma” de agir das empresas, voltada para o social, se estabelece, calcada na construção de um “espírito público para a iniciativa privada”, somos levados a perguntar sobre que bases são construídos seus públicos-alvo. Na constituição das parcelas da população que merecerão os programas, há uma eleição, baseada em determinados critérios. Como em toda escolha feita a partir de classificações, há filtros, seleções, representações.
Podemos considerar que as empresas, ao definir para quem vão direcionar suas atividades de responsabilidade social, estabelecem uma representação de grupos sociais, comunidades, faixas etárias, etc. Há aqui uma representação de quem, dentre a população brasileira, é elegível a este tipo de programa. A principal característica que franqueia esta elegibilidade é a exclusão social – um outro nome para a pobreza, caracterizada como condição de sofrimento, como grau de inferioridade social.
Este artigo reflete algumas conclusões da minha atual pesquisa a respeito dos discursos jornalísticos sobre responsabilidade social empresarial. Depois de estudar a migração do discurso da Responsabilidade Social Empresarial das publicações corporativas para a mídia, pretendo analisar se a representação da pobreza nos programas jornalísticos televisivos sobre RSE possibilita uma leitura mais clara sobre as relações entre jornalismo e universo empresarial.
Atualmente no ar contabilizamos três programas semanais, com duração média de 30 minutos (incluindo breaks): Mobilização Brasil (TV Brasil, sábados, às 8 h, transmitido por todas as emissoras educativas do país, em rede), Balanço Social (TV Cultura, sábados, às 8h30min) e Ação (TV Globo, sábados, às 7h30min). Até junho de 2007, também havia no canal Futura o programa Boa Notícia, que ia ao ar à 1h30min das quartas-feiras, apresentado pelo ex-jogador Raí e pelo jornalista Gilberto Dimenstein.
Nos programas jornalísticos de televisão sobre o tema da responsabilidade social empresarial encontramos comprovações de que o jornalismo se estabelece como um relato narrativo da contemporaneidade. A importância em continuar a pesquisar este universo se dá pelo fato de que a investigação teórica em torno da responsabilidade social empresarial não leva em conta os discursos jornalísticos produzidos sobre o tema. Este estudo pretende contribuir para ampliar o conhecimento sobre um dado fenômeno social que vem sendo estudado a partir de muitas perspectivas teóricas, mas raramente pelo campo da Comunicação.
Entretelas – jornalismo, pobreza e responsabilidade social na TV
Tese de doutoramento em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, em fevereiro de 2010
Entre os vários discursos possíveis a respeito da pobreza, esta tese pretende investigar aqueles veiculados pelos... more Entre os vários discursos possíveis a respeito da pobreza, esta tese pretende investigar aqueles veiculados pelos programas televisivos que abordam o universo da responsabilidade social empresarial. Considerando que tais programas constroem narrativas jornalísticas, a partir da percepção que a pobreza é apresentada de forma naturalizada, ingênua, descontextualizada e despida de historicidade, trabalham-se aqui duas vertentes de representação midiática desta pobreza,: aquela que a caracteriza como sofrimento, e a que encontra heróis míticos entre os retratados. Como a mão que resgata os indivíduos desta condição, estariam a empresa e suas ações de responsabilidade social. A empresa que se mostra ao mesmo tempo expoente do capitalismo contemporâneo e da sociedade de controle deleuziana, operando num regime de governamentalidade como pensado por Foucault, e que propicia a superação do sofrimento causado pela pobreza.
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Seen by:Pobreza: medición y presencia en el Indice de Desarrollo Humano y en los Objetivos de desarrollo del milenio
Ponencia presentada en el II Congreso en Relaciones Internacionales del IRI, Universidad Nacional de La Plata, Argentina.
Presenta diferentes estrategias adoptadas para la medición de la pobreza a lo largo de la historia y cómo se intentaba... more Presenta diferentes estrategias adoptadas para la medición de la pobreza a lo largo de la historia y cómo se intentaba incluìr esta variable en los informes de desarrollo humano del PNUD. Es un trabajo anterior al establecimiento del Índice de Pobreza Humana que el PNUD incluyó en sus informes por primera vez en 2010.
El pobre y la pobreza como exterioridad: la construcción de una alternativa política utópica para América Latina desde la filosofía de Enrique Dussel
This article is about the philosophy of Enrique Dussel and its project of “liberation”. It argues for the relevance of... more
This article is about the philosophy of Enrique Dussel and its project of “liberation”. It argues for the relevance of the category of “exterioridad” from the figure of “poor” in Dussel's thought, both in its early stage as in its analysis of Marx. In this way, the article aims to explain the importance of this category, its meaning and evolution, as well as its relation with a political
proposal.

