Radiocarbono
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We present the results of the archaeological excavation in two open-air settlements dated between the middle of the IV and III millennium cal BC, practically only published testimonies in the right margin of the Ebro River (La Rioja,... more
We present the results of the archaeological excavation in two open-air settlements dated between the middle of the IV and III millennium cal BC, practically only published testimonies in the right margin of the Ebro River (La Rioja, Spain). Both show common characteristics in their size (2-2.5 ha), organization and location criteria in an intermediate fluvial terrace, characteristics of segmental societies that built megaliths; also because the low number of archaeological materials that suggest a temporary and recurrent occupation. The settlement of Igay (Varea-Logroño, Spain) is chronologically located in the Late Neolithic (4750 ± 30 BP, 3637-3382 cal BC 2σ); the structural record is formed by 15 pits (storage pits, furnace, post hole and other indeterminate pits). Geometrical and retouching flat cover coexist as elements of lithic industry transition to the Chalcolithic, which could be placed ca. 3500 cal BC. Pottery are related to the Cameros megalithic stations, 20 km away and with evident contextual and chronological relation. The settlement is explained by the temporary exploitation of the resources in Ebro River fertile plain, with agricultural and hunting activities evidenced by hand querns and lithic arrowheads, respectively. Los Cascajos (Grañón, Spain) site is an open-air Chalcolithic settlement with an appreciable organization in disposition of the 32 negative structures documented. Approximately, 47% are combustion structures; the rest are interpreted as pits storage, post holes, indeterminate pits and a possible hut. Two almost continuous ditches delimit the nuclear area, inscribed on a small hill. In the archaeological site there are elements of transition to the Early Bronze Age, especially in the pottery repertoire. The lithic industry technique is laminar and with foliaceous; the absence of sickle and hand querns elements is striking, but in the settlement metal processing is present. The site is located chronologically at advanced Chalcolithic,
dating 4097 ± 36 BP (2866-2498 cal BC 2σ); it anticipates the features of regional Early Bronze Age (ca. 2400 cal
BC) without an abrupt rupture. The deficit of interventions in synchronic settlements in front of megalith tombs and cavity contexts requires diversifying the information at a regional scale to obtain more adjusted profiles of these communities.
dating 4097 ± 36 BP (2866-2498 cal BC 2σ); it anticipates the features of regional Early Bronze Age (ca. 2400 cal
BC) without an abrupt rupture. The deficit of interventions in synchronic settlements in front of megalith tombs and cavity contexts requires diversifying the information at a regional scale to obtain more adjusted profiles of these communities.
"Este artículo interdisciplinar tiene como objetivo explicar el seguimiento arqueológico y arqueobotánico realizado sobre una zona aterrazada en el entorno de la actual ermita de Santa Juliana de Abanto (Abanto-Zierbena,... more
"Este artículo interdisciplinar tiene como objetivo explicar el seguimiento arqueológico y arqueobotánico realizado sobre una zona aterrazada en el entorno de la actual ermita de Santa Juliana de Abanto (Abanto-Zierbena, Bizkaia). El estudio está basado en una intervención para una canalización del arroyo de El Bache que permitió observar algunos materiales adscritos a momentos altomedievales y plenomedievales. Se siguió una metodología de recogida de muestras para elaborar diferentes análisis palinológico, antracológico, carpológico y de datación mediante C-14 por método AMS. A pesar de los discretos resultados obtenidos de las diferentes analíticas, gracias a las dataciones hemos podido averiguar que los horizontes muestreados fechan el primer nivel de terraza entre el siglo VI y el primer tercio del VII, y el siguiente horizonte entre el primer tercio del siglo XI y el primer cuarto del siglo XIII. Esto permite obtener información sobre la formación y el posible uso de las terrazas para la época altomedieval vizcaína."
Este trabalho corresponde ao desenvolvimento de um outro, recentemente publicado, sobre a estação de Cabranosa. Este último, no qual se estudou de forma sistemática, o espólio arqueológico até ao presente recolhido, permitiu considerar a... more
Este trabalho corresponde ao desenvolvimento de um outro, recentemente publicado, sobre a estação de Cabranosa. Este último, no qual se estudou de forma sistemática, o espólio arqueológico até ao presente recolhido, permitiu considerar a existência, nos primórdios do Neolítico antigo, datado na estação pelo radiocarbono no terceiro quartel do VI milénio cal BC, de uma comunidade que, sedeada no extremo sudoeste da Península Ibérica, praticava já um modo de vida de tendência sedentária, com a presença de animais domésticos (cabra e/ou ovelha). Esta constatação impunha a realização de um estudo mais desenvolvido na perspectiva da integração cultural da estação e do seu próprio significado, no contexto geográfico regional e supra-regional em que se insere.
O exercício comparativo efectuado permitiu concluir que a produção cerâmica (que inclui vasos cardiais produzidos localmente) se distingue, a vários títulos, das produções homólogas do Neolítico antigo do litoral alentejano e da Andaluzia oriental e do País Valenciano, mais longínquas.
Também ao nível dos conjuntos de pedra lascada se detectaram diferenças entre o recolhido na Cabranosa e, de modo mais geral, os das estações algarvias, face à realidade conhecida das estações do litoral alentejano, na passagem do Mesolítico para o Neolítico.
Os elementos referidos afiguram-se de importância significativa na discussão dos modelos possíveis que presidiram à neolitização do litoral meridional português. No estado actual dos conhecimentos, afigura-se provável a existência simultânea de duas comunidades culturalmente distintas na referida orla litoral: uma, mesolítica, de há muito estabelecida em ecossistemas litorais, praticando uma economia de caça-pesca-recolecção; outra, já neolítica, estabelecida na faixa litoral algarvia, com uma economia já de produção (pelo menos a pastorícia e, muito provavelmente a agricultura), portadora de uma cultura material diferente.
Posta nestes termos discussão, é forçoso concluir que a génese do Neolítico no litoral algarvio (de que é paradigma a estação de Cabranosa) parece ter-se ficado a dever à presença de grupos populacionais oriundos possivelmente da costa levantina da Península, os quais teriam interagido, ulteriormente, com os já sedeados na região, designadamente os que se dispersavam ao longo do litoral alentejano. Porém, como é óbvio, a definição cultural destes dois hipotéticos grupos está longe de se poder considerar satisfatória, bem como discutível se afigura, também, a cronologia do referido processo de interacção: se, em meados do VI milénio cal BC (se se considerarem os dados cronométricos de Vale Pincel ou Medo Tojeiro), ou apenas a partir do início do V milénio cal BC (a aceitar-se somente os dados do concheiro do cabeço das Amoreiras, no baixo vale do Sado). É admissível, ainda, qualquer data intermédia, visto que o concheiro das Amoreiras se situa já numa posição periférica relativamente ao possível foco de neolítização considerado, a partir do litoral algarvio. A terminar, é feita breve alusão à emergência do fenómeno megalítico regional: na estação de Cabranosa, não se conhecem menires partilhando o espaço de ocupação neolítica, situação que concorda com os escassos indicadores cronológicos que fazer corresponder, quando muito, ao Neolítico antigo evoluído as primeiras manifestações megalíticas (menires e sepulcros proto-megalíticos).
O exercício comparativo efectuado permitiu concluir que a produção cerâmica (que inclui vasos cardiais produzidos localmente) se distingue, a vários títulos, das produções homólogas do Neolítico antigo do litoral alentejano e da Andaluzia oriental e do País Valenciano, mais longínquas.
Também ao nível dos conjuntos de pedra lascada se detectaram diferenças entre o recolhido na Cabranosa e, de modo mais geral, os das estações algarvias, face à realidade conhecida das estações do litoral alentejano, na passagem do Mesolítico para o Neolítico.
Os elementos referidos afiguram-se de importância significativa na discussão dos modelos possíveis que presidiram à neolitização do litoral meridional português. No estado actual dos conhecimentos, afigura-se provável a existência simultânea de duas comunidades culturalmente distintas na referida orla litoral: uma, mesolítica, de há muito estabelecida em ecossistemas litorais, praticando uma economia de caça-pesca-recolecção; outra, já neolítica, estabelecida na faixa litoral algarvia, com uma economia já de produção (pelo menos a pastorícia e, muito provavelmente a agricultura), portadora de uma cultura material diferente.
Posta nestes termos discussão, é forçoso concluir que a génese do Neolítico no litoral algarvio (de que é paradigma a estação de Cabranosa) parece ter-se ficado a dever à presença de grupos populacionais oriundos possivelmente da costa levantina da Península, os quais teriam interagido, ulteriormente, com os já sedeados na região, designadamente os que se dispersavam ao longo do litoral alentejano. Porém, como é óbvio, a definição cultural destes dois hipotéticos grupos está longe de se poder considerar satisfatória, bem como discutível se afigura, também, a cronologia do referido processo de interacção: se, em meados do VI milénio cal BC (se se considerarem os dados cronométricos de Vale Pincel ou Medo Tojeiro), ou apenas a partir do início do V milénio cal BC (a aceitar-se somente os dados do concheiro do cabeço das Amoreiras, no baixo vale do Sado). É admissível, ainda, qualquer data intermédia, visto que o concheiro das Amoreiras se situa já numa posição periférica relativamente ao possível foco de neolítização considerado, a partir do litoral algarvio. A terminar, é feita breve alusão à emergência do fenómeno megalítico regional: na estação de Cabranosa, não se conhecem menires partilhando o espaço de ocupação neolítica, situação que concorda com os escassos indicadores cronológicos que fazer corresponder, quando muito, ao Neolítico antigo evoluído as primeiras manifestações megalíticas (menires e sepulcros proto-megalíticos).
Mais de vinte datas de radiocarbono são actualmente conhecidas para contextos campaniformes na Estremadura e no Sul de Portugal. Por outro lado, escavações recentes isolaram contextos campaniformes bem definidos, que foram datados. estes... more
Mais de vinte datas de radiocarbono são actualmente conhecidas para contextos campaniformes na Estremadura e no Sul de Portugal. Por outro lado, escavações recentes isolaram contextos campaniformes bem definidos, que foram datados. estes dados permitem novas interpretações para o fenómeno campaniforme, bem como o estabelecimento de uma cronologia mais precisa para o mesmo.
- by João Cardoso and +1
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- Portugal, Campaniforme, Radiocarbono
Este artículo interdisciplinar tiene como objetivo explicar el seguimiento arqueológico y arqueobotánico realizado sobre una zona aterrazada en el entorno de la actual ermita de Santa Juliana de Abanto (Abanto-Zierbena, Bizkaia). El... more
Este artículo interdisciplinar tiene como objetivo explicar el seguimiento arqueológico y arqueobotánico realizado sobre una zona aterrazada en el entorno de la actual ermita de Santa Juliana de Abanto (Abanto-Zierbena, Bizkaia). El estudio está basado en una intervención para una canalización del arroyo de El Bache que permitió observar algunos materiales adscritos a momentos altomedievales y plenomedievales. Se siguió una metodología de recogida de muestras para elaborar diferentes análisis palinológico, antracológico, carpológico y de datación
mediante C-14 por método AMS. A pesar de los discretos resultados obtenidos de las diferentes analíticas, gracias a las dataciones hemos podido averiguar que los horizontes muestreados fechan el primer nivel de terraza entre el siglo VI y el primer tercio del VII, y el siguiente horizonte entre el primer tercio del siglo XI y el primer cuarto del siglo XIII. Esto permite obtener información sobre la formación y el posible uso de las terrazas para la época altomedieval vizcaína.
mediante C-14 por método AMS. A pesar de los discretos resultados obtenidos de las diferentes analíticas, gracias a las dataciones hemos podido averiguar que los horizontes muestreados fechan el primer nivel de terraza entre el siglo VI y el primer tercio del VII, y el siguiente horizonte entre el primer tercio del siglo XI y el primer cuarto del siglo XIII. Esto permite obtener información sobre la formación y el posible uso de las terrazas para la época altomedieval vizcaína.
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